FRUSTRAÇÃO – UM SENTIMENTO ALTAMENTE NECESSÁRIO ÀS CRIANÇAS.

 Quem nunca se frustrou na vida?

Esse é um sentimento que todos tentamos evitar, principalmente na vida dos filhos.

Nesse artigo, vamos falar sobre o sentimento da frustração para o crescimento humano. Sim, crescimento mesmo! Ou nossa vida é só feita de flores e amores?

Como costumo dizer em casa: “A vida não é um morango!”

A frustração precisa ser sentida e absorvida pelas crianças para que possam saber lidar com esse sentimento, com esse momento em suas vidas.

Nesse contexto, podemos exemplificar como uma correção em nossos filhos pode causar diversos sentimentos, mas todos são válidos, pois a criança está sendo notada e corrigida em suas condutas, o que é necessário e faz toda a diferença no ser humano em que se tornará.

Atualmente, temos um desafio grande, de educar as crianças no meio de tantas distrações e poucos incentivos à cultura, aos estudos e ao lazer de qualidade. Então, ao depararmos com momentos em que os pais precisam ser pais de verdade, impondo limites e mostrando sua autoridade perante seu filho, muitas vezes se sente intimidado pelo sistema inserido da criança, em relação aos amigos e à sociedade, e pode chegar a negligenciar essa correção e ao exercício de pai ou mãe educadores para não se indispor.




Os limites e regras dentro de uma casa, são tão importantes quanto ir à escola ou à igreja, e nisso consiste o início da formação da vida social, dentro de casa, com horários rígidos, seja para acordar, se alimentar, estudar, ler, praticar um esporte, brincar com outras crianças, e até para assistir a um filme, de preferência em família, que seja educativo e selecionado pelos pais.
Essa convivência familiar, hoje tão perdida pelos pais que tentam sobreviver no mundo, precisa ser regrada e acompanhada de perto, pois é aí que estamos perdendo a guerra para os educadores de internet.
Sim, os educadores, deseducadores melhor classificando, estão ganhando o jogo porque nós precisamos de um tempo pra descansar, ou deixamos nossos filhos participarem do que todos participam, e não queremos que ele fique de fora do que está acontecendo. Pensemos a esse respeito!
Quando colocamos as regras básicas, como arrumar a cama ao levantar, lavar sua louça do café e das refeições, fazer as tarefas escolares e depois ler 20 páginas de um livro selecionado em conjunto, dobrar sua roupa, limpar seus sapatos e guardar, tirar o lixo e trocar o saquinho, entre tantos outros afazeres saudáveis para o aprendizado, uma vez que estamos sem o controle disso na vida deles, a resistência será de impertinência e de cara feia, inconformidade com uma situação que ele, principalmente o jovem, não enxerga que existem tais atividades.
Procure fazer isso sempre, e terá um filho amigo e compreensivo.
Deixe de fazer isso, e terá um intransigente e insolente.
Dar coisas boas para os filhos é nossa obrigação, pois não pediram para vir ao mundo, mas, nas pequenas coisas estão escondidos os melhores tesouros de aprendizagem, nisso posso afirmar com categoria de mãe.
Não é fácil, somos consumidos pelas necessidades emocionais de nossos filhos, mas os limites são obrigatórios, e até na atenção dedicada a eles. Precisam ver que estamos agindo com amor, mas também com o rigor necessário, para que tudo caminhe dentro de uma normalidade, e assim, minimizamos os problemas a serem resolvidos fora, como notas baixas na escola e outras frustações que encontrarão no mundo que os envolve.
Quebrar a frustração deles dentro de casa é o primeiro passo, e encorajar a serem crianças e jovens bem resolvidos é a salvação de um crescimento para a vida adulta saudável emocionalmente.
Podemos fazer tudo o que queremos, mas nem tudo nos convém, e temos obrigações para com todos, e nisso consiste nossos ensinamentos e exemplos aos nossos filhos, de que frustrações teremos sim, pois nem tudo sai como planejamos, mas, com estratégia e conhecimento, podemos driblar as situações para um novo plano, com habilidade e controle emocional, e chegarmos às soluções para todos os nossos problemas, sem nos esquivarmos, e sim assumindo o rumo da nossa própria história.



Natal, 19 de setembro de 2025.
Shirley Ferreira - Mentoria



USO DAS TECNOLOGIAS – QUAL É O REAL BENEFÍCIO PARA AS CRIANÇAS?

Brincar como antigamente, de amarelinha, de pega-pega, de pular corda, entre outros jogos e brincadeiras tão estimulantes para a geração passada, não são praticados neste nosso tempo. E porque não existem mais e qual a diferença para hoje na distração das crianças? E até que ponto elas são melhor beneficiadas que as crianças de um tempo não tão distante?

Este é um assunto que vamos abordar neste artigo e nos seguintes, pois é extenso e de grande importância para as novas gerações.

Antes de chegar no objetivo que é a criança, vamos abordar o comportamento dos pais e educadores dos nossos menores que são totalmente incapazes perante a lei.

No Brasil, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) classifica os menores totalmente incapazes, as crianças até 12 anos incompletos, e adolescentes com 12 anos completos até seus 18 anos, as quais não respondem por seus atos, sendo os responsáveis seus pais perante a lei.

Comparando os pais de hoje, com os de duas gerações anteriores, não temos muitas diferenças, se focarmos no quesito atividades. Todos os pais trabalhavam também naquela época, e muito. Os filhos eram gerados para ajudar de alguma forma na lavoura, pois era o modo de subsistência e dependia da colaboração de todos.

Na geração seguinte, o número de filhos diminui drasticamente, porque já foram os pais trabalhar nas fábricas, e a migração do campo para as cidades foi crescente, a ponto de que a agricultura que hoje se apresenta tão desenvolvida, quase não depende de humanos, pois está totalmente equipada para que possa assim dar conta da grande massa populacional a ser alimentada. Já os trabalhadores das cidades, com menos filhos, se imaginam sofrer mais que os seus ancestrais para cuidar de sua família, pois o custo de vida está alto, e nossas ambições também.

Chegando nos dias atuais, a ilusão plantada na cabeça dos seres humanos, é que o consumo deve ser abastado, e tudo podemos ter, custe o que custar, e aí chegamos na educação e forma de tratamento com nossos filhos menores, mostrando a eles que precisamos trabalhar mais, para comprar mais, e essa educação se estende para a financeira e econômica, gerando famílias endividadas e estressadas com tantas contas para pagar,  e fora disto, a educação dos pais para com os filhos, inexiste, uma vez que ele precisa trabalhar de novo para comprar o modelo novo de certo equipamento que imagina que sua casa ou que seu filho precise.


A realidade não é das melhores, pois se pararmos para pensar, trabalhamos demasiadamente para obter coisas que se estragam com o tempo, ou que uma nova versão vai nos custar mais trabalho e mais esforço de todos da família. Todos sim, porque enquanto focamos em adquirir mais, a educação de nossos filhos fica mais uma vez por conta das mídias sociais ou da televisão, que são aliados na distração disfuncional destes pequenos indefesos.

Essa direção que estamos alinhados para gerar mais consumo e fazer das grandes empresas maiores ainda, é efeito de toda uma mídia social que deixamos entrar em nossas residências e nas mentes de nossos filhos também, que acreditam que nós podemos comprar tudo, uma vez que trabalhamos para isso.

Priorizando o assunto consumo, se pararmos para pensar onde realmente está nos levando, vamos encontrar um dos motivos da fadiga e ansiedade que todos passamos neste momento em que o mundo se encontra em transformação. Estamos todos esgotados das diversas distrações que as mídias sociais nos dão, e esquecemos completamente de cuidar de nossas mentes e das mentes de nossos filhos, os quais serão os responsáveis pelo futuro do planeta.

Já paramos para pensar que esses pequenos que temos em casa, se não se destacarem em suas profissões, se não tiverem uma conduta ética e responsável com suas próprias vidas e as de suas famílias, poderão colocar a perder toda uma geração futura? Conversamos sobre o futuro com nossos filhos?

Essa é uma questão importante. E voltando às brincadeiras saudáveis de antigamente, podemos entender a diferença entre o antes e o agora, o contato social anterior e o contato virtual dos nossos dias. Quem aprendeu melhor a conviver com suas emoções e frustrações? Como era preenchida a mente da criança anterior com a criança do presente? Isso é de uma importante ímpar.

Precisamos sair para trabalhar, isso é fato. Mas, como ficam nossos filhos e com quem? Quais as instruções que damos para que, quando chegarmos em casa, possamos dar continuidade a uma formação íntegra e social adequada?

São muitas questões que devemos nos fazer, e não só a nós, mas também ao sistema que estamos inseridos, e que deixamos nossos filhos serem influenciados.

Nos artigos subsequentes, vamos abordar o que diz a ciência em relação as inteligências artificiais (IA) e como estamos deixando que essa ferramenta não seja bem usada por nós e nossos filhos, e como não está colaborando para uma condição de verdadeiros pensadores e diretores da própria história, pois com sua influência degenerada de respostas prontas, as crianças não sentem a necessidade de pensar e gravar nada, pois tudo está num nível de facilidade absurda, que também não lhes é exigido nada a respeito.

É fato que a inteligência artificial veio para ajudar também, mas existe um lado obscuro que ainda não vemos, pois estamos todos envolvidos na mesma onda, que aos poucos vai se mostrando como fator de doenças antes impensáveis em crianças que não conheciam esses objetos como fonte de diversão.

Encerrando esse briefing, pensemos nos nossos atos para com nossos filhos, em relação a utilização dos celulares, mídias sociais, e inteligência artificial que acessam, seja com nossa autorização, seja sem nossa permissão, seja por nossa omissão.

Temos muito que pensar!

 

Natal, 22 de julho de 2025.

 

Shirley Ferreira – Mentoria



OS CONFLITOS MAIS RECORRENTES QUE CHEGAM PARA O SÍNDICO

 Como resolver os conflitos que chegam de diversas formas, sendo o problema recorrente?

Podemos observar algumas reclamações de moradores, que muitas vezes se repetem. Geralmente são incômodos relacionados com essas principais intercorrências, animais de estimação, cigarro e seus odores, e som alto do vizinho. 

Para organizar o condomínio e ter uma certa tranquilidade na administração, o síndico pode e deve se ater nas normas do Regimento Interno, e por este documento estar embasado para multar as ocorrências reiteradas.

Muito se percebe que, diversas vezes, as regras já foram saturadas, e no grupo de whatsapp do condomínio, o síndico se sente até esgotado de citar várias vezes qual é o regulamento sobre determinado assunto.

Neste movimento entre fazer acontecer as regras e manter uma boa empatia com todos, o desgaste do síndico é imenso, pois ele precisa estar de toda forma, condicionado ao equilíbrio e controle de suas palavras e suas ações, para evitar inclusive problemas de questão pessoal com moradores. 

Para muitos moradores, falar de regras pode servir para o vizinho, e nunca para si mesmo.

Caso constante de reclamações, são relacionados com animais de estimação, pois existe a questão do silêncio, e por vezes o cachorro por exemplo, pode estar desconfortável com alguma situação, como estar sozinho, com fome, se sentindo em perigo, e muitos só por perceber que alguém passa nos corredores, já se sentem ameaçados e começam a latir.

Outro problema com pets acontece com a questão de higiene, nos casos em que acontecem de sujar as áreas comuns, e seus donos não percebem, deixando para trás a marca do animal. Na sequência chega outro morador e explora a situação enviando para o síndico somado às várias críticas em relação aos donos de pets, criando assim novo conflito para que o síndico resolva.

Já o problema com odores do cigarro, afetam justamente aos não fumantes, e acontece muito em condomínios em que os apartamentos são muito juntos em suas sacadas e suas portas, afetando também pessoas que podem ter problemas respiratórios, e este conflito para o síndico muitas vezes é constrangedor, porque o ato é praticado dentro do apartamento.

A regra condominial existe para que o direito de cada um fique estabelecido dentro do ambiente em que não afete a residência do outro, e no caso do cigarro, acontece exatamente isso, a fumaça se alastra por todos os ambientes, e fatalmente encontra uma brecha para o vizinho, e isso não pode.

Com relação ao barulho, esse caso é de constante reclamação para o síndico, com cartas explicativas no e-mail, relatos no livro de ocorrências, e até brigas entre vizinhos que ao se sentirem incomodados com o som alto da festa que acontece ao lado, muitas vezes se dirigem na porta do outro para pedir que o som seja baixado, o que por vezes, não é aceito pela parte que está com visitas, e pode assim gerar um descontentamento entre eles, com facilidade de brigas e problemas maiores para os síndicos. 

Para todos esses problemas, a solução é única, primeiramente deve ser comunicado ao síndico a ocorrência, com data, horário, e todos os detalhes que puder apurar do momento em que deu causa a questão, e com bom senso, aguardar para que as providências sejam tomadas.

Fato importante é que o síndico não permaneça na inércia, porém, num exemplo clássico de barulho de som alto no decorrer do final de semana, o síndico às vezes tem seu vigia noturno, ou seu zelador com quem possa somar esforços para que a medida de punição seja aplicada no mesmo instante.

Encontrar uma boa saída para os conflitos é função do síndico de condomínios, e assim devem confiar seus moradores, primeiramente colaborando para que não aconteça de infringir as normas condominiais, e quando alguém as comete, se dirigir primeiramente ao síndico, para que lhe dê a ciência e ele possa assim praticar sua autoridade perante o ocorrido.

Uma forma muito simples e didática para o síndico conscientizar a população de seu condomínio, é a entrega de cartilhas explicativas, ilustradas, que ele mesmo pode fazer, e assim tornar as obrigações mais efetivas dentro do ambiente habitacional de muitas famílias.

O síndico é a pessoa que deve estar em constante estudo, treinamento, e com foco na comunicação com todos, e desta forma, poderá sim realizar um bom trabalho, trazendo segurança e conforto para todos os moradores.

Força total na elaboração, adaptação e constante revisão do Regimento Interno, daí vem a segurança para a atuação do síndico nos conflitos condominiais.

 


Natal, 14 de outubro de 2024. 

Shirley Ferreira – Mentoria

 

 

 

CONDÔMINO E RESPEITO AO REGIMENTO INTERNO

 Todos temos direitos e deveres, os quais estão amparados na nossa Constituição Federal.

Nos condomínios, não é diferente, temos as regras e disposições a serem respeitadas por todos mediante o Regimento Interno, o qual deve ser disponibilizado imediatamente à entrada do morador no ambiente condominial.

Fato é que, por diversas vezes, temos pessoas que ignoram este estatuto e todos os seus requisitos, onde suas cláusulas explicativas quanto a multa de descumprimento destas normas estão claras, porém, mesmo assim, nos deparamos com insistentes desagravos.

Para tanto, o síndico se dispõe na condição de executor das normas, e convida a todos nesta observação, a fim de que os ambientes comuns sejam respeitados, bem como o cumprimento das demais condições, sendo uma das mais importantes, o pagamento da taxa condominial rigorosamente no seu vencimento.


Existem situações muito desagradáveis para o síndico, onde acontece de uma inadimplência se tornar algo recorrente com determinado morador, e em casos mais extremos, podemos ter até o desacato da autoridade do síndico, e até ameaça por parte do devedor morador, uma vez cobrado para que efetue o pagamento.

Em casos desta gravidade, o síndico pode contratar um mediador para a solução de algum conflito que necessite dessa pessoa intermediária, sendo muitas controvérsias assim resolvidas.

As necessidades de pagamento dos serviços e funcionários do condomínio, que são para o uso comum dos moradores, não tem como o síndico deixar de pagar, mas começam a acontecer atrasos de pagamentos destes serviços e de impostos da folha de pagamento, pelo motivo de inadimplência.

Todos os moradores precisam ter essa consciência de que o condomínio precisa realizar o seu recebimento correto, ou seja, de todos os moradores, para que o montante de arrecadação estimada se torne realidade e assim as contas condominiais sejam honradas.

No caso de não ser atendido o síndico nesta condição, ele se obriga a procurar um mediador e caso não seja possível um acordo, um advogado será contratado para entrar com processo judicial, uma vez que tentou de todas as formas resolver administrativamente.

Após nada conseguir de forma consensual, entramos com mais custo para que o condomínio realize o saldo devedor deste condômino, que nesta falta de pagamento acumulado, já apresenta seu reflexo nas contas que começam a acumular, ou que são pagas com a reserva condominial, a qual não existe para esse fim, e sim para demandas mais complexas, como manutenção específica das edificações por exemplo.

E assim, com mais um custo gerado, o condomínio e o síndico enfrentam trabalhos e demandas que poderiam ser evitadas com um acordo administrativo.

Todos nós passamos por dificuldades financeiras em algum momento, e cada caso é de merecedora análise juntamente à administração do condomínio ou com um mediador de conflitos.

Portanto, se precisar de uma ajuda do síndico quanto aos débitos condominiais, com certeza ele poderá fazer um acordo considerável e passível de pagamento, e assim, muito será evitado, mas o que não pode jamais acontecer, é deixar uma dívida sem resolução, e pior ainda, acumulando sem tomar uma providência, e quando for procurado pelo síndico, jamais destratá-lo ou ignorá-lo, pois ele sempre vai procurar ajudar para que seja cumprida a obrigação.

Não podemos nos envergonhar por uma dívida, um aperto no nosso caixa pode acontecer, o que devemos fazer quando isso acontece é termos a coragem de buscar ajuda para solução o mais rápido possível junto ao administrador do nosso condomínio.

Afinal, usufruímos de tudo no condomínio, e nossa família merece nosso esforço no mantenimento do nosso lar comum.

  

Natal, 12 de setembro de 2024. 

Shirley Ferreira – Mentoria

 

 


ELEVADORES NOS CONDOMÍNIOS – EQUIPAMENTOS E MANUTENÇÃO

 Confiamos plenamente nas máquinas, quando vamos nos dirigir para casa, entramos no elevador do nosso prédio e nem pensamos como foi o serviço de manutenção dele, uma vez que o conforto e a rapidez que nos são caros, não nos deixa pensar nisso.

Elevadores são essenciais nos edifícios acima de 4 andares, sendo que em muitos condomínios, independe de andar, conforme constar em seu memorial descritivo, lá estão designados os aparelhos de transporte vertical que o empreendimento deverá conter.

Falando de manutenção, entramos também no detalhe do equipamento e seus componentes eletrônicos, pois quanto mais novo o equipamento, mais seguro e menos custoso sua manutenção. 

Existem modelos diferenciados, até mesmo sem portas e com rotação ininterrupta.

Nosso convencional é o mais simples possível, mas precisa estar de acordo com as normas ABNT NBR 16.083 / 2012 onde constam todas as instruções de manutenção e exigências para a total segurança desse transporte tão seguro.


A manutenção preventiva é muito importante para a vida útil dos elevadores e a segurança de seus passageiros. De acordo com as normas, mensalmente sendo avaliados todos os componentes eletrônicos e periodicamente trocadas as peças necessárias, se reduz muito o risco de qualquer incidente nestes equipamentos.

A sinalização, a comunicação da cabina com os zeladores e portaria, é fundamental para que todos saibam como proceder em caso de uma queda de energia em que o equipamento possa parar de funcionar. O treinamento de segurança, envolve a todos os funcionários do condomínio, trazendo assim uma maior confiabilidade de seus moradores de que estão em boas mãos, num condomínio que cuida da segurança de seus moradores, fazendo o que é necessário.

Quando o síndico avisa que o elevador está parado para manutenção, os moradores devem ficar felizes e satisfeitos, pois o condomínio está cuidando da segurança de todos e da manutenção do patrimônio da coletividade.

Atenção redobrada aos pais, que nunca deixem seus filhos menores de 12 anos circularem pelos elevadores sem um responsável, pois não é permitida a circulação de crianças sem um adulto justamente pelo motivo de acontecer alguma parada inesperada.

Aos síndicos nossos elogios, pois na cidade em que estamos, todos os condomínios fazem suas manutenções periodicamente, e preservam a tranquilidade dos seus moradores.

Empresa especializada em manutenção é essencial, e esse custo deve ser absorvido pelos condôminos com o intuito de garantir a confiabilidade dos aparelhos e seus componentes eletrônicos.

Atenção a todos os itens é de suma importância para o síndico, que deve acompanhar a troca de peças e solicitar laudos de vistoria e segurança periodicamente.





Natal, 12 de agosto de 2024.

Shirley Ferreira – Mentoria





INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EM CONDOMÍNIOS

 Sofisticado ou necessário? Como estamos lidando com o avanço da inteligência artificial nos condomínios?

Certamente, todos nós já estamos no nível de conhecimento que, acredito ser a maioria dos pensamentos, seja uma tendência incontestável e necessidade de adaptação de todos, conhecermos as aplicabilidades da inteligência artificial em todos os setores de nossas vidas.

Para nossos condomínios não é diferente. As facilidades de controle e ajustes de rapidez e assertividade estão elencadas na aplicação da inteligência artificial nos condomínios.

Alguns exemplos mais comuns podemos elencar:

  • Portaria - com a segurança controlada pelo acesso de reconhecimento facial;
  • Redução da inadimplência - com o envio de mensagens automáticas sobre a condição do condômino, seja de um vencimento próximo ou de um vencimento que precisa ser regularizado;
  • Manutenção de equipamentos importantes - como máquinas dos elevadores, bombas de água, geradores, tudo controlado conforme dados de acompanhamento de manutenção e de funcionamento correto das potências;
  • Eficiência Energética - os ambientes podem ser controlados com sensores de presença, e de certo modo, economizam energia e ar-condicionado;
  • Assistentes Inteligentes – para dúvidas dos moradores com respostas automáticas para assuntos de menor complexidade e mais comuns ajudando a efetividade do síndico.

Muitos outros trabalhos estão em processamento para os próximos anos nossos condomínios estarem adaptados a estas mudanças que de fato já estamos acompanhando em vários lugares.


Na maioria dos condomínios comerciais já são estruturadas as condições de atendimento via Inteligência Artificial, principalmente nas portarias pelo registro do visitante, mas o acompanhamento por câmeras em todo o espaço do condomínio de circulação, com emissão de alertas de visitas em locais proibidos.

A gestão administrativa tem muito a ganhar com inclusão de medidas de Inteligência Artificial nas assembleias por exemplo, onde todas as falas são transcritas para um texto, que com pequenos ajustes o síndico ou presidente da assembleia poderão finalizar, sem perder nenhum detalhe ou esquecimento de nenhuma fala importante. A pauta de convocação, a Ata da assembleia e a gestão administrativa de diversas formas, são contempladas com maior facilidade de entendimento e finalização dos trabalhos com essa ferramenta, que nos próximos anos será indispensável.

Sem contar a manutenção preditiva que é de suma importância para nossos condomínios, e com essa ajuda teremos maiores condições de efetivarmos todos os trabalhos com custos menores, pois a prevenção se denota mais econômica que a correção.

Vamos estudar e procurar atualizar nossos condomínios com o que de mais atual existe no mercado, assim conduziremos nossos trabalhos de maneira rápida e eficiente para todos.

 

 

Natal, 15 de julho de 2024.

Shirley Ferreira – Mentoria


ENTREGADORES EM CONDOMÍNIO “LEI DO DELIVERY”

 Todos nós sabemos que o trânsito em qualquer lugar do país é complicado, seja pelo grande volume de veículos, ou pelas condições de nossas ruas, avenidas e rodovias.

 Agravando mais a situação, temos a falta de consciência de muitos motoristas, que não respeitam as leis de velocidade, e querem correr demais, acabando por esquecer a prudência na direção, tornando isso um fato comum nos dias de hoje, com carros potentes e que quase nem sentimos que a velocidade já está excedida, e muito, e nesse enredo, chegamos nos acidentes de trânsito.

 Colaborando com esse pensamento, chegamos aos motoqueiros, que precisam exercer seu trabalho, em meio ao caos viário que se apresenta diante dele a qualquer momento do dia.

 Na Câmara Municipal de Natal, houve a discussão sobre o Projeto de lei 586/2023 que regulamenta entregadores de encomendas nos condomínios da cidade, de forma a minimizar o stress e o tempo destes profissionais entre uma e outra entrega.

 O fato dessa discussão, engloba o Ministério Público e o Ministério Público do Trabalho que, em consonância, acompanham os números dos acidentes com entregadores delivery internados mensalmente nos hospitais da cidade, passando de 700 casos em média.


O texto estabelece normas para que a entrega seja realizada na portaria do condomínio, não havendo então a necessidade do entregador adentrar no condomínio para que o cliente receba em sua porta a encomenda, e sim, pelo acompanhamento pelo aplicativo, o cliente demonstre respeito ao trabalho do entregador, que só pode seguir para o próximo cliente, quando este encerrar o seu atendimento.

Colabora também o texto para desta forma restringir acesso de pessoas no condomínio, sendo essa condição favorável para o controle da portaria, e um facilitador para os trabalhadores dos condomínios que monitoram esses acessos de entrega de encomenda.

Vale lembrar que toda a população precisa se conscientizar desta norma, fazendo assim com que os trabalhadores de entrega delivery, sejam respeitados em seu tempo de parada no trabalho, e possam cumprir suas rotas de maneira segura, sem o transtorno de ficar parado aguardando o cliente.

O cliente precisa colaborar, fazendo sua parte para que, inclusive os trabalhadores de condomínio, possam controlar melhor a entrada e saída de visitantes, no caso de entregadores, estes não adentrando no condomínio, colaboram com o efetivo registro e redução destes acompanhamentos, pelo fato de serem atendidos prontamente pelos clientes solicitantes da encomenda.

Contudo, sabemos que o interesse nesse assunto deve ser de todos nós, pois nossos entregadores fazem o trabalho essencial para nossa vida corrida da atualidade, que nos ajuda em nossas condições também estressantes muitas vezes, e por mais esse motivo, merecem todo o nosso respeito e nosso agradecimento.

A conscientização é para todos nós! Vamos ajudar a diminuir o stress no trânsito de todas as formas, a começar por cada um de nós, e com respeito aos trabalhadores de delivery, e aos trabalhadores das portarias de nossos condomínios, vamos fazer nossa parte, estando prontos para receber nossas encomendas, e dirigindo quando for nossa vez, de maneira respeitosa e prudente para com todos.

 

Natal, 10 de junho de 2024.

Shirley Ferreira – Mentoria